Alternativa, mas tradicional!

Acho que faço jus ao ditado que diz que quem vê cara não vê coração. Preciso diariamente quebrar os pré conceitos construídos sobre minha imagem. E para o espanto de muitos, sem querer polemizar, consigo ser feminista & alternativa, porém ao mesmo tempo prezar por valores tradicionais. Não sou defensora das piadinhas e cantadas grosseiras que nós mulheres ouvimos nas ruas, não sou adepta da submissão, e nem tampouco sou a favor do machismo enraizado na nossa sociedade. Sou a favor do equilíbrio.

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De tratar com atenção aos detalhes e carinho a pessoa que escolhi para viver a vida inteira junto de mim. Muitas devem pensar que fico em cima do muro ou que sou uma contradição. Mas não! Acredito tanto na igualdade quanto na liberdade de escolha.

Fui criada em uma família totalmente patriarcal. Minha mãe trabalhou limpando casas de famílias quando solteira, mas ao se casar, meu pai se tornou o principal provedor financeiro da casa e minha mãe: mãe e “dona-de-casa”. Ela diz não se arrepender das decisões que tomaram e a levaram à essa vida. E sinceramente, sou grata, por minha base familiar, onde tive (e ainda tenho) em todos os momentos da vida, a presença dela.

Acredito sim na divisão de atividades domésticas entre o casal, mas existem determinadas tarefas em que a figura matriarcal (não digo nem da mãe-mulher, mas da pessoa que se dispõe a esse papel, independente de gênero) possui maior sensibilidade para desempenhar.

Tenho percebido que de uns tempos para cá, a importância da mãe em tempo integral na vida e educação de seus filhos, tem retornado de uma forma positiva, consciente e de livre e espontânea vontade. Considero isso bom, pois há uns 4 anos quando comentava isso com algumas amigas, elas me olhavam com aquela cara de: “O quê? Você vai ser dona-de-casa?”. Como se eu fosse uma louca. Não, não pretendo ser do-na-de-ca-sa, mas dou graças à Deus pelas inúmeras possibilidades de conciliação de uma rotina de trabalho reduzida e adaptada com a vida de mãe & dona de casa.

Dificilmente as pessoas entendem que é possível ter uma vida alternativa e ser tradicional ao mesmo tempo. Mas acho particularmente bom ser assim. Tenho uma cabeça bem aberta e sem nenhum tipo de preconceito, pois prezo o conhecimento e a informação. Quando uma pessoa é bem informada ela não fica criando pré conceitos sobre nada e nem ninguém.

E aos preconceitos que se criam sobre o papel da dona-de-casa & mãe em tempo integral, deixo aqui o link de um texto do blog Sou Muitos de uma pessoa que consegue expressar tanto na teoria quanto na prática a importância de tal atividade:

Dos Preconceitos Com a “Dona de Casa”


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